Cooperação
entre as instituições promoverá ações formativas para educadores e oportunidade
de intercambio no exterior.
O auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) sediou na última terça-feira (31), o evento "Diálogos sobre Educação Inclusiva como Prevenção do Fracasso Escolar". Promovido pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), a intenção do encontro é contribuir para o debate sobre a Educação Inclusiva no âmbito do Programa de Reforma Curricular Mais Educação São Paulo.
A OEI tem um acordo de cooperação técnica firmado com o Prefeito Fernando Haddad, desde 2013, que envolve diversas áreas do governo municipal, entre elas Educação, Cultura, Direitos Humanos e Cidadania, Ciência e Tecnologia. No âmbito da educação, firmou um termo de cooperação técnica com a SME e, também, a assinatura do termo de parceria com Mapfre Brasil. A cooperação entre as instituições promoverá ações formativas para educadores e oportunidade de intercambio no exterior.
Participaram da mesa inicial do encontro o Secretário Municipal de Educação, Gabriel Chalita; o Secretário Geral da OEI, Paulo Speller; Drª. Ivana de Siqueira, Diretora da Regional da OEI do Brasil; Martinha Clarete Dutra dos Santos, Diretora de Políticas de Educação Especial do Ministério da Educação e Wilson Toneto, Presidente da Mapfre Brasil.
A segunda mesa contou com a palestra da educadora e filósofa Terezinha Rios e a mediação do Professor Fernando José de Almeida, Diretor de Orientação Técnica (DOT) da SME. Em sua fala Terezinha destacou que uma das primícias da Educação Inclusiva é o respeito: “respeito é reconhecer a existência do outro e buscar a igualdade na diferença”. A educadora ainda completou que, “educar é construir a humanidade e a escola tem o papel fundamental: o de formar o cidadão no sentido de que ele possa ter uma vida boa, uma vida plena e fazer parte do mundo”.
Referência :
http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Dialogos-sobre-Educacao-Inclusiva-como-Prevencao-do-Fracasso-Escolar (Publicado
em: 01/04/2015)
É necessário de buscas para esta igualdade, pois hoje a inclusão vem crescendo com um número considerável de estudantes portadores de alguma necessidade, e muito destes professores não sabem o que fazer, muitos deles não tem formação em libras, por exemplo, deixando o estudante com deficiência auditiva à mercê, estando na sala de aula por que lhe é garantido por lei esse direito, mas o conteúdo ele não absorve, pois não é sua língua (libras).
ResponderExcluirE quando a filósofa Terezinha Rios fala sobre o respeito e a igualdade na diferença nos faz refletir sobre a importância destas duas palavras, nos impulsionando a criar meios para que o ensino tenha algum sentido para quem o busca e sinta que é igual a qualquer outra pessoa, que sua necessidade não é nada e que ele consegue fazer tudo, independente de qualquer coisa.
Mas sabemos que é preciso preparar os educadores e todos que fazem parte da educação, para assim ter estas duas palavras colocadas em pratica reis nas escolas .
ResponderExcluirA situação é um tanto quanto preocupante pois, quando se fala em inclusão se percebe que infelismente esse tema só funciona na teoria pois na prática a realidade é outra, mas não se pode perder as esperanças e o foco em acreditar que apesar de algumas metas não serem alcançadas, muitos tem se dedicado em buscar esse sonho de viver essa igualdade para todos na sociedade.
ResponderExcluirO assunto ainda é bastante complexo,existem muitas dificuldades por parte das escolas, mas não podemos desanimar, pois já demos um grande avanço, visto que a alguns anos atrás, crianças com algum tipo de deficiência específico não podia frequentar escola, porque não era aceita, nem mesmo em escolas particular. Lembro muito bem de uma mãe que entrou na justiça para que sua filha fosse aceita em uma escola particular que havia sido rejeitada devido sua deficiência.Então devemos continuar batendo na tecla da educação inclusiva.
ResponderExcluirMeninas,
ResponderExcluirPercebo que esse tema interessa, não? Teremos uma aula para falarmos um pouco sobre as políticas de inclusão. Veremos que, apesar de estarmos longe do que idealizamos, já estamos à frente do que tínhamos há bem pouco tempo.